domingo, 21 de junho de 2015

Abraços à Gramado!

                Então aconteceu. Inesperadamente fui convidada para feira do livro de Gramado – na serra gaúcha. Eu não sei descrever minha alegria! Data marcada, comecei a botar pressão na editora pra ter meu livro por lá. Com tudo combinado, fiquei tranquila só fazendo a contagem regressiva para o dia.


                Chegado dia 21 entre tempestades, fui com minha mãe de carona com minha irmã, meu cunhado e minha sobrinha. No caminho paramos em Nova Petrópolis para MORRER comendo num café colonial desses de tirar o fôlego.


                
                A chegada em Gramado foi com bastante tempo de sobra para encontrar a banca para onde a editora enviou os livros. Com toda a confusão de transporte que aconteceu no lançamento, tremi na base de medo de chegar lá e não ter livros meus à venda. De fato, não tinha. Pra não mentir, tinha um que havia sofrido graves efeitos da umidade, estava misturado com vários, virado com a capa pra baixo.

                Questionei sobre as vendas e foi aí que minha cor escorregou pra fora do corpo: não havia tido, porque todo o esforço da editora em mandar rápido pra aproveitar a feira ficou fechado em uma caixa num canto de um depósito com meu nome em cima e a data da minha sessão de autógrafos.

                Ainda era cedo, dei uma passeada com a minha mãe e foi somente na volta, faltando 15 minutos pra minha vez, que o pessoal da livraria tirou meus livros da caixa e os colocou em exposição. Foi uma falha imensa que impediu vendas nessa feira, já que hoje era o último dia, mas nada foi maior que a alegria de ver meu livro ali, exposto, pela primeira vez.

                De qualquer forma, até aconteceu uma ou outra venda, mas fui um pouco compensada da falha ao ver de longe que meu livro despertava interesses.



                Chegada a hora do bate-papo, fui apresentada à mediadora, Daniela, e à equipe da feira, uma mais querida que a outra. A Daniela fez ótimas perguntas, fiquei impressionada com o quanto tocou ela a morte de um dos personagens, e feliz de ver essa reação. O bate-papo não podia ter sido mais legal e produtivo, e agradeço DEMAIS a coordenação da feira pela oportunidade linda.





                No final do bate-papo conheci a Raquel, também escritora, dona do horário seguinte de bate-papo e sessão de autógrafos.





                Quero deixar aqui meu carinho e gratidão à Emília, com quem lidei nessa combinação, à Daniela, que leu com atenção e fez ótimas perguntas (além de ser uma pessoa incrível), à Autografia, que fez sua parte, e às lindonas e amadas Alcione e Renata, que eu ainda vou desmascará-las, certeza de que são anjas disfarçadas de humanas.


2 comentários:

  1. Um personagem morre. COMO ASSIM ESSE SPOILER AÍ.

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    1. AHAHAHAHAHAHA, na verdade morre todo mundo porque o livro termina duas gerações depois!

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