Então
aconteceu. Inesperadamente fui convidada para feira do livro de Gramado – na serra
gaúcha. Eu não sei descrever minha alegria! Data marcada, comecei a botar
pressão na editora pra ter meu livro por lá. Com tudo combinado, fiquei
tranquila só fazendo a contagem regressiva para o dia.
Chegado
dia 21 entre tempestades, fui com minha mãe de carona com minha irmã, meu
cunhado e minha sobrinha. No caminho paramos em Nova Petrópolis para MORRER
comendo num café colonial desses de tirar o fôlego.
A
chegada em Gramado foi com bastante tempo de sobra para encontrar a banca para
onde a editora enviou os livros. Com toda a confusão de transporte que
aconteceu no lançamento, tremi na base de medo de chegar lá e não ter livros
meus à venda. De fato, não tinha. Pra não mentir, tinha um que havia sofrido
graves efeitos da umidade, estava misturado com vários, virado com a capa pra
baixo.
Questionei
sobre as vendas e foi aí que minha cor escorregou pra fora do corpo: não havia
tido, porque todo o esforço da editora em mandar rápido pra aproveitar a feira
ficou fechado em uma caixa num canto de um depósito com meu nome em cima e a
data da minha sessão de autógrafos.
Ainda
era cedo, dei uma passeada com a minha mãe e foi somente na volta, faltando 15
minutos pra minha vez, que o pessoal da livraria tirou meus livros da caixa e
os colocou em exposição. Foi uma falha imensa que impediu vendas nessa feira,
já que hoje era o último dia, mas nada foi maior que a alegria de ver meu livro
ali, exposto, pela primeira vez.
De
qualquer forma, até aconteceu uma ou outra venda, mas fui um pouco compensada
da falha ao ver de longe que meu livro despertava interesses.
Chegada
a hora do bate-papo, fui apresentada à mediadora, Daniela, e à equipe da feira,
uma mais querida que a outra. A Daniela fez ótimas perguntas, fiquei
impressionada com o quanto tocou ela a morte de um dos personagens, e feliz de
ver essa reação. O bate-papo não podia ter sido mais legal e produtivo, e
agradeço DEMAIS a coordenação da feira pela oportunidade linda.
No
final do bate-papo conheci a Raquel, também escritora, dona do horário seguinte
de bate-papo e sessão de autógrafos.
Quero
deixar aqui meu carinho e gratidão à Emília, com quem lidei nessa combinação, à
Daniela, que leu com atenção e fez ótimas perguntas (além de ser uma pessoa
incrível), à Autografia, que fez sua parte, e às lindonas e amadas Alcione e
Renata, que eu ainda vou desmascará-las, certeza de que são anjas disfarçadas
de humanas.
Um personagem morre. COMO ASSIM ESSE SPOILER AÍ.
ResponderExcluirAHAHAHAHAHAHA, na verdade morre todo mundo porque o livro termina duas gerações depois!
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