segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Morrer de amor

E se fosse para eu morrer de amor, me jogaria em teus braços e de lá não mais sairia. E se fosse para conter a dor, mais ninguém eu amaria. Mas e se morrer de amor é a vida que finda, que amor seria esse a me arrancar meus dias ainda vindouros?

Amores reais não deixam marcas, deixam carícias no coração, porque marcas são cicatrizes, e cicatrizes são feridas outrora abertas.

Não há amor capaz de ferir de tal forma. Se feriu, não era amor.

Um amor que se perde nas dores não merece o nome que tem.


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